Nesta semana, autoridades dos países ocidentais e da União Européia fizeram uma pressão para um acordo sobre um preço teto sobre o petróleo russo.

Mas as autoridades russas já rejeitaram a medida e ameaçaram já a partir deste sábado, 3 de dezembro, cortar o fornecimento da commoditie.

Os países que concordaram na limitação do preço do barril a US$60 por barril foram Austrália, Reino Unido, Japão, Estados Unidos e os 27 países da União Européia.

Tudo indica que, o novo limite deve entrar em vigor nesta segunda-feira (5/12), juntamente com um embargo da UE ao petróleo russo.

O porta-voz do Kremilin, Dmitry Peskov, subiu o tom e disse que “a partir deste ano, a Europa viverá sem petróleo russo”, fazendo já referência à política que Moscou sustentará, não fornecendo petróleo a países que apoiam o limite de preço antimercado.

Ainda complementou dizendo que “espere, muito em breve a UE acusará a Rússia de usar o petróleo como arma”.

De outro lado, está a Ucrânia comandada por Volodymyr Zelensky, que por sua vez, pediu por um teto de preço ainda mais baixo afim de pressionar o Kremilin.

Fato é que, diante desta guerra de narrativas e decisões muitas vezes equivocadas, o mundo vai amargando situações nunca antes vividas.


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